Lee Chun Hee

Finalmente estreando “Perfil”, e primeiro, só para deixar claro, quer destacar os artistas que mais gosto, podem ser bonitos ou não, mas que de alguma forma me prenderam a atenção!

Então começamos com….

Lee Chun Hee

Lee Chun Hee é um ator sul-coreano tanto de filmes quanto de doramas, conheci ele em Take Care of Us, Capitan atuando ao lado de Ku Hye Sun.  Atualmente estou terminando de assistir Dating Agency Cyrano (mas tarde tem resenha!) em que ele faz o papel de um misterioso chef de cozinha. Mas tirando esses dois dramas, o moço tem uma longa lista de atuação (ainda quero ver outros dele).

O que me chama atenção nele é a beleza que apesar de séria, me fizeram contrastar com os seus personagens. Já vi três dramas com ele e pude ver o quanto ele anda pelos mais diversos gêneros sem problemas. Em um, ele era um cara super apaixonado, porém atrapalhado e que me fazia rir muito, em outro drama, (e foi nesse que vi o quanto esse ator é charmoso), vivia um homem sério e cheio de mistérios. Ou seja, ele saber diversificar em seus personagens, e a beleza dele acompanhar isso.

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Enfim, comecei a gostar mais ainda dele. Tirando esse porte lindo, além desse maxilar maravilhoso, considerado ele um excelente ator, que vai da comédia ao drama muito bem!

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Alguns dramas e filmes mais recentes dele:

(2013) Dating Agency Cyrano e Master Sun

(2012) National Security, Barbie, The Thousendth Man e Take Care of Us, Capitain.

(2011)Little Black Dress

 

 

 

 

Então é isso, espero que tenham gostado, e venhamos e convenhamos, o cara é lindo demais, só que atenção: casadíssimo!

Beijocas

UM CONTO DE NATAL (I)

ENTRE IRMÃOS

UM CONTO DE NATAL

 

Parecia não fazer sentido, e que alguma coisa estava fora do lugar. Era 24 de dezembro, se fosse há um ano, deveria está se empanturrando de comida da sua mãe e da sua avó. Provavelmente seus irmãos mais novos estariam brigando na sua frente por causa do controle da tv. Haveria o cheiro de peru no ar e mais a contagiante alegria da sua tia e de seus primos faladores por toda a casa, seria desconfortável as perguntas sobre quando ela ia arrumar um namorado ou quando seu emprego vingaria, ela se sentiria com raiva e chateada, mas no final do dia, na hora da ceia, tudo já estaria passado, e então, seu tio Francisco, soltaria fogos e de artíficio, enquanto todos se reuniam na grande sala para orar e comemorar o nascimento de Jesus. Ela sentia falta de tudo isso.

Mist suspirou fundo ao destrancar a porta do apartamento pequeno. Vazio. Era de se esperar, afinal, quem estaria aguardando por ela?

Entrou e ligou todas as luzes do pequeno aposento. Poderia ser um desperdício, tantas luzes acesas sendo apenas seis da tarde, mas assim ela esperava espantar aquele clima de solidão que a dominou o dia inteiro.  E apesar de tentar se consolar dizendo a si mesma que aquela independência de sua família era necessária, se sentia triste.

Queria o abraço de sua mãe, a briga da sua avó, os conselhos das tias. Sentia saudade de tudo isso.

Há quase um ano que vivia em Dante, deveria ter aprendido a superar tudo isso, provavelmente a data é que a fazia ficar assim, nostálgica.

Pôs as compras na mesa, foi pequena, apenas para ela mesma passar o natal com alguma coisa na geladeira que não fosse industrializado. Abriu a pequena caixa do restaurante, o aroma do arroz tailandês subiu pra ela a fazendo ficar com uma repentina fome que até então não sentira. Mas fechou a caixa, iria ficar para mais tarde, pensou enquanto se preparava para o banho. Seus planos se resumiam a ficar enrolada no sofá, comendo besteiras e assistindo a maratona de sua serie favorita que ia passar na tv.

Mas quando entrou no quarto viu a tela do celular, que deixara em casa, piscando, uma chamada não atendida e uma mensagem brilhava no visor.

Seu coração deu um pequeno pulo, afinal alguém se lembrara dela!

Mist olhou com satisfação. Era Ryan, tinha que ser ele, pensou com carinho.

Sentou na cama. A mensagem era simples e curta, mas Mist sabia que seu melhor amigo também havia pensado nela.

Aqui faz muito frio. Congelando até os ossos.

Estou sem sinal no celular, então, acho que não

Nos falaremos até eu volta. Sendo assim, Feliz Natal!

Até breve,

Ryan.”

Sorriu. Ryan sempre se lembrava dela. De repente quis está com ele, esperava sinceramente que a reunião anual com a família não estivesse se mostrando tão horrível quanto ele mencionava para ela.

E ao lembrar da terrível família de seu amigo, seu pensamento não pode escapar de também lembrar de Seth.

“O que será que está fazendo?”, perguntou a si mesma. Enquanto Ryan estava se virando em meio a neve para mandar uma mensagem de natal para amiga, Seth devia está trancado, provavelmente discutindo os negócios da família em um escritório aquecido, pensou ela.

Mist então se viu vasculhando sua caixa de entrada; Mais que cabeça a sua, lógico que Seth não enviará nada. Podiam ser irmão, mas Seth e Ryan eram tão diferentes quanto o sol é da lua. E seu chefe não é do tipo que manda mensagens de natal, ou melhor, mensagem de nenhuma data comemorativa. As únicas mensagens dele eram sobre reuniões de trabalho e apenas. Ele era um bruxo, pensou Mist, um grande e arrogante bruxo, pensou de novo, mais como um hábito, afinal falar mal, mentalmente, de Seth virou um passatempo desde que o conheceu.

Antes de ir para o banho resolveu responder a mensagem de Ryan, provavelmente ele só iria receber quando saísse de seja qual for a montanha que a família dele se esconde na Escócia, mas resolveu mesmo assim escrever.

“Bobo, trate de ir imediatamente se aquecer.

E nada de ficar trancado apenas lendo o livro

Que lhe dei (eu sei, ele é realmente muito bom, tenho

Um ótimo gosto!), não se esqueça, é natal! Então, divirta-se

Um pouco, alguém aí deve gosta de jogar jogos de carta não?

Kkkkk, enfim, Feliz Natal! Sinto tremendamente sua falta!

Beijos e até breve!  🙂

>>>>> Isaías 9:6-7 “

 

Apertou em enviar. Seu coração estava mais leve, imaginou ele recebendo a mensagem, dando um leve sorriso como era característico e depois indo procurar na Bíblia a passagem citada. E a solidão que sentira a pouco, havia passado. Ryan tinha esse efeito sobre ela. Caminhou feliz para o banho, sua maratona estava para começar…

 

25 de dezembro- 7:00 am.

Alguma coisa a tinha despertado. Enrolou-se no coberto, odiando o fato de não ter desligado o despertador, era feriado, e acordar cedo era crime para ela.

Tateou a mesa de cabeceira do lado, não era o despertador que tinha tocado, mas seu celular que apitou sinalizando o recebimento de uma mensagem.

Pegou o celular, mesmo com os olhos embaçados tentava ver o remetente. Não conhecia ninguém que mandava mensagem a essa hora da manhã, e sua mãe, assim como ela, só acordava tarde em feriados e fins de semana.

Seu coração saltou e de repente viu- se sentar na cama tal qual era o susto de ver quem tinha enviado a mensagem- Seth.

“Feliz Natal”

Era a única que dizia. Ainda assim, seu coração pulava ansiosamente. Esperou se vinha algo a mais, talvez uma tarefa para fazer, ou relatório de última hora para ser entregue por email. Mas nada.

Seth… Seth… Seth.

Ela responderia? Passou a manhã pensando, mas acabou por não responder. O que diria afinal? “Feliz natal para você também”? Não, não mesmo. Não queria ter contato mais do que o necessário com ele.

Mas daí se deu com raiva, ao lembrar de que queria, na noite anterior, ter recebido uma mensagem dele. Não, não era assim. O problema é que Seth corresponde exatamente à suas piores expectativas, ou quando há alguma coisa boa, ele simplesmente envia uma mensagem seca como aquela, feliz natal. Estava novamente chateada, ele tinha esse efeito sobre ela.

Resolveu não responder e fingir que nunca recebeu a tal mensagem. Mas também não teve coragem de apagá-la. Afinal, era Natal

Então é….

Natal!!!!!!!!!!!!!!!

Pois é minha gente, provavelmente Jesus não nasceu em um dia 25 de dezembro, mas não há como saber de fato não é? Por isso, creio que o mais importante é celebrar o fato de que ele existe, e são 365 do ano assim.

Dessa forma só posso desejar, que todos os dias o Natal de Jesus, O Cristo, esteja em nossas vidas.

O Drama dos Dramas

 

E essa semana estou assim…

 

Tô sem computador justamente quando mais eu quero ver meus lindos e cheirosos dramas coreanos!

E então me sinto em um outro mundo, triste, sozinho e escuro. Os dramas vão acumulando e eu aqui, impossibilitada de vê-los.

Esses são os casos mais urgentes:

Bridal Msk

Bridal Mask

Faz muito tempo que eu quero ver Bridal Mask, já procurei e procurei e os links para download não funcionam, mas mesmo assim, iria assistir pelo viki. É uma pena, por quer já assistir alguns minutos do primeiro episódio e já me apaixonei, sinto que depois que eu assisti-lo ele vai

direto pra minha lista de top 5

Marry Him You Dare

Marry Him You Dare

 

 

Esse aqui eu já estava no sétimo episódio, Marry Him You Dare me fez assistir por quer a história me fez ficar super curiosa, mas depois de acompanhar o desenvolvimento dela não to gostando não…Mas o que vale a pena é o protagonista, como já mencionei antes, toda vez que eu assisto um drama novo aparece um novo oppa lindo e maravilhoso pra ficar babando! E provavelmente vou acompanhar esse drama só para ver ele *-*!

 

 

Outro que eu já estou acompanhando de tanto que falaram nele é I Hear your voice, lindinho, fiquei no episódio 3, e to morrendo de vontade terminar-lo!

I hear your voice

I hear your voice

 

Pratty Man

Pratty Man

Agora na lista de projetos, temos Pretty Man, que estou com vontade de assistir por quer parece ser pura comédia (se bem que me lembra muito Playful Kiss, vamos ver…)

 

 

 

 

 

 

Prime Minister and Me

Prime Minister and Me

 

Prime Minister and Me é o meu maior desejo do momento, já tinha até baixado o episódio 1!Tô louca de vontade de ver, pelos comentários que rondam a internetês a Yoona tá maravilhosa e o drama é ótimo!

 

 

 

 

Por último, na minha lista de emergência doramática, está o tão falado The Heirs eu estava aguardando ele para quando concluísse sua exibição na Coreia. Na verdade eu tô com algum receio de vê-lo, afinal meu bias, oppa, eterno Gu Jun Pyo, Lee Min Ho é o protagonista dele, então, sabe aquela sensação de você guardar um doce, uma sobremesa para o final só para saboreá-lo melhor? pois é, essa é minha situação com Heirs.

The Heirs

The Heirs

 

 

Enfim, minha lista, doce lista de dramas para esse final de ano. Seria uma espécie de presente de final de ano pra mim, depois de dias escuros na faculdade e na vida acadêmica, eu esperava aproveitar os dias nublados que começaram aqui na minha cidade ( e que eu amo!!!!) e ficar na cama com o computador me fazendo ficar mais ainda viciada. Triste é a realidade, só desejo agora que meu precisos notebook fique bem logo!

A vida…não é só alegria

 

Jong Hyun e Juniel em Love Falls

😦

Eu esperava ansiosamente por esse dueto. Já tinha visto eles junto em Illa Illa, e ficou lindo, belíssimo. E agora, com uma parceria oficial e mais MV então…mas não foi assim.

É bonitinho, é fofo, e é para o Natal, mas só! Não gostei da apelação colegial, que, acho, não combinou com ele. Esperava sinceramente muito violão, os graves, tão lindos dele, e a voz suave dela. Nesse aspecto a canção dela com Yong Hwa foi bem melhor e muito mais aproveitável.

Enfim, só fã dos dois, mas pena que não atingiu minhas espectativas.

Nota: 4! Zero seria muita maldade e eles são talentosos…

Trilogia Millenium

Um livrão

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Conheci a obra pelo filme hollywoodiano “Os Homens que não amavam as mulheres” de 2011 , e logo me interessei pela obra em si, uma espécie de suspense com ação, e romance policial, é enfim uma obra fascinante!

Pois é, depois que assisti o filme fui logo atras da obra do Sueco  Stieg Larsson, e logo me interessei pela história que inspirou o autor a escrever o livro. Não sei se realmente é verdade, mas algumas fontes dizem que quando jovem, Larsson foi testemunha ocular de um estupro de uma jovem, que na época, não pode fazer nada para ajudá-la. Ele ficou com uma espécie de trauma pelo ocorrido e a protagonista do livro, a misteriosa Lisbeth Salander, foi inspirada na mulher.

Verdade ou não, a história tem duas vertentes, uma é sobre a violência/preconceito/ machismo da sociedade sueca sobre a mulher de um modo geral. A outra linha da história é a ficcional vida de Lisbeth Salander, uma hacker com dotada de uma mega inteligencia, mas com fobia social e que sofre nas mãos do Estado e seu sistema burocrático. Sofre em um sentido limitado, por quer ela é tão fera, tão inteligente que se livra da maioria dos empecilhos que arranja em grande estilo, e bota grande nisso!

Minha passagem favorita, que foi o que exatamente me fez sair do filme direto para o livro pra ver se era aquilo mesmo, foi a cena em que ela se vinga do tutor (já que Lisbeth é considerada incapaz pelo Estado) que a estuprou. O fato dela tê-lo humilhado, “estuprado”, e tatuado em sua barriga “eu sou um porco estuprador”, além de controlar sua vida nos mínimos sentidos, foi perfeita! Afinal, querendo ou não, o estupro é tão abominável, tão nojento que para qualquer mulher é o pior dos pesadelos, e ver um autor saber descrever tão bem o prazer de uma vítima em devolver na mesma moeda o que lhe aconteceu, bem, é ótimo.

Assim, fui ver mais do livro, e realmente de encher os olhos. Ele saber descrever muito bem, dos lugares aos personagens e até os sentimentos, tudo tá ali, em forma de palavras, e é tanto que as vezes até cansar, admito, ele pormenorizar tudo, dos fatos mais relevantes aos menos importantes. E não pense que é uma crítica negativa, não é, é que apesar de ser um romance policial, a trilogia Milennium não é daqueles livros que a gente lê rapidamente de uma uma vez só, como a maioria esmagadora dos livros de hoje em dia,não, ele é para ser lido com calma para que a mensagem se filtre direitinho. O tema em si, é a o descaso com a mulher e com aqueles não vistos pela sociedade. No livro, principalmente no primeiro, eram as mulheres pobres, simples empregadas, pessoas que não são muito mais que um nome dentre milhares e milhares no mundo, mas que facilmente eu substituir pelo menino de rua que fica nas ruas da minha cidade, pelo mendigo, pela prostituta das noites. São indivíduos que são facilmente esquecidos, e no livro o deserolar se deu com uma série de assassinatos, cuja missão de Lisbeth e o jornalista Mikael Blomkvist são incumbidos, indiretamente, a resolver.

 

Mikael é co-protagonista do livro, um super jornalista que tem como missão profissional fazer escândalos sobre as atividades financeiras da Suíça. Curioso, é que pra mim, o que mais me chamou atenção foi o fato de que toda mulher, mas todas mesmo (tirando a irmã e a filha do dito cujo) queriam levar o homem pra cama. Sério. O homem foi retratado como o gostosão da vez, não entendi tanto fascínio dele sobre as mulheres, e até Lisbeth, que é retratada mais como lésbica, desenvolve uma paixão por ele!

E assim, deixo minha opinião sobre os personagem. Todos são falsos. Não conseguir visualizar uma Lisbeth nem um Mikael na vida real, são todos tão bem montados e tão perfeitos até em suas imperfeições que me fizeram perder esse link,  acredito que o autor fez isso de propósito, algo fora do real mesmo. Lisbeth é louca, é inteligente, é sangue-frio, é hacker,sabe lutar boxer e bem,mesmo sendo magrinha e parecendo ter 15 anos. Por ouro lado, possui fobia social e não confia em ninguém, e vive reclusa e escondida do mundo. Mikael, como já mencionei, é o incorruptível jornalista dono da Millenium e pegador geral. O romance entre os dois é improvável, mas existe ( e eu, romântica compulsiva, shipei os dois infinitamente lógico). Então, mais uma vez, não é exatemente uma crítica afirmar que os personagens dessa obra são distantes da realidade, não. Só que eu estou acostumada em visualizar no mundo real aquilo que leio, por mais tosco que seja, me ajuda a imaginar a obra.

E claro, os dois estão muito bem situados no contexto do livro, a trama flui bem rapidamente. O primeiro livro, devo destacar, me dá a sensação de não ser da mesma série que os dois segundos, isso por quer ele tem uma história própria, com começo, meio e fim, enquanto os outros são formados pela mesma história e só com a  leitura de ambos é que você entende o desfecho. As cenas de ação me fazem ir a loucura de tão boas (de novo, o cara narra muito bem), a história é bem desenhada e você consegue criar a lógica para toda ela, quem são os vilões, e qual é o papel de cada personagem no livro.

Dos três livros, o primeiro foi o que mais eu gostei ( a cena da vingança que eu comentei mais acima é um dos motivos para isso), mas os outros não ficam tão atrás não.

Com relação ao filme mesmo, eu achei uma ótima adaptação. Daniel Craig como Mikael Blomkvist me conveceu muito mais do que o próprio livro (no sentido de ser o gatão da história) e  Rooney Maracomo Lisbeth Salander também arrasou, casou perfeitamente atriz e personagem. Disseram que ele vai ter continuação, torcendo para que sim!

Poster do filme americano

Poster do filme americano

Quanto a adaptação primeira feita na Suiça, ela é a mais aclamada pelos fãs da série. Quanto a mim, sou vítima da minha fraqueza por gostar sempre do que eu vejo primeiro (acontece também com Hana Yori Dango e meu favoritismo por Boys Before Flowers, eterno amor). Então, assistir o primeiro filme e não gostei, achei o Mikael deles muito feio para ser o pegador da mulherada, e a atriz muito velha para Lisberh, enfim é mais uma opinião duvidável mesmo.

Conclusão: Nada como o bom e velho romance policial, muita investigação e assassinatos para desenterrar o Sherlock que vive em nós.

Nota: 9! Meu lado romancista clamava por mais amor (sendo que não era esse o objetivo do livro, só lembrando) entre Mikael e Lisbeth.