A lua de mel, Sophie Kinsella

Uma mulher com o sonho de finalmente se casar. Uma outra mulher tentando superar o terrível divórcio que estava vivendo.

É assim a excelente história desse livro, Lottie e Fliss são irmãs, muito próximas, mas estão vivendo fases diferentes da vida. Quando acha que finalmente achou o homem certo para casar… ele não aceita! O mundo de Lottie vira de cabeça pra baixo e então resolve se casar com uma paixão de quinze anos atrás, que aparece do nada e a leva para passar a lua de mel na ilha grega onde se conheceram. Tudo parece lindo, só que para Fliss isso não passa de mais um desastre na vidada irmã mais nova, e para impedi-la de consumar o casamento faz de tudo, DE TUDO, para que a sua infeliz história que acabou em um tenebroso casamento não se repita, e para isso contará com a improvável ajuda de Locan, advogado do noivo da irmã que também vai tentar impedir esse casamento.

Como mais um livro de Sophie Kinsella, espere para dá muitas, mas muitas risadas! O livro é maravilhoso e bem contado. Pela primeira vez li um livro dela contado por duas perspectiva, a de Lottie e Fliss e cada uma é mais divertida que a outra. Enquanto Lottie, a irmã mais nova, passa por um fim de relacionamento com o homem que ela achava que iria pedir ela em camento, Fliss vive o fim do seu, o ex-marido é horrível e o pior, não parece se importa com Noah, filho deles, a questão é que o divórcio está a afetando em tudo, do trabalho a vida particular. Parece uma trágica história feminina, mas nas mãos dessa autora se transforma e uma série de gargalhadas sem fim. A melhor parte, é claro, é a lua de mel mal sucedida de Lottie e seu ‘marido’ Ben. Ao comando da irmã tudo de pior acontece para que a noite de núpcias não aconteça.

Como nos outros livros, principal na série Becky Bloom, as tiradas são ótimas, rápidas e nós entendemos o humor facilmente. O romance também é fofo, já que temos Richard, o namorado de Lottie que não quis, a principio se casar com ela. No começo dá muita raiva dele, mas depois faz de tudo para recuperar o amor perdido e então ganha meu coração! Ben por outro lado é aquele cara que a gente pensa que é o sonho de qualquer mulher! Ele aparece do nada e a pede em casamento, tudo parece perfeito até que as primeiras horas de casados se passam e o homem lindo, rico e sensual se mostra um crianção!

Recomendo muito esse livro, agora não leia em locais públicos, as chances de pagar mico por rir loucamente são altas!

Conclusão: nunca tome decisões precipitadas, principalmente se for pedida em casamento por um grande amor do passado lindo e milionário!

Nota: 10! dez e dez!

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Heartstrings (2011)

Doce, doce, doce.

É a palavra que pode definir esse drama de 2011, exibido pela MBC e com Park Shin Hye e Jung Yong Hwa no elenco.

O drama conta a história de Lee Kyo Won, uma garota que estuda música tradicional coreana e mora com um avó que além de ser um grande nome da música clássica do país é muito severo com a neta e não deixa que nada a desvie dos estudos. Na mesma escola Kyo Won, existe um outro seguimento de música muito mais badalado, música moderna, seus principais alunos são os componentes da banda ‘Stupid’, cujo vocalista, Lee Shin, é o disputadíssimo, porém distante e frio líder.

Então, já viu né?! rola um conflito de personalidades entre esses dois, o que consequentemente vai dá em amor. Mas até lá, muita briga e muita música rola em Heartstring.

É um drama bem simples, ao extremo até. Tem todos os clichês possíveis e a história é bem previsível, mas é justamente isso que torna esse drama tão charmoso de assistir.

Park Shin Hye

Tá super linda nesse drama. Foi meu segundo drama com ela,  e apesar da minha birrinha com a atriz (não caiu de amores por ela), foi a atuação que eu mais gostei! Adorei o cabelo e o figurino, tanto que dá até vontade de imitar!

 

Jung Yong Hwa

O outro drama que eu assistir dele foi You’re Beautiful Future Choice, Hearststring se encontra bem no meio das duas outras e continuo vendo o quão mal ator ele é! Sério, eu fico pensando o que levam esses produtores a escolherem tão mal assim. Na minha lista de idols kpop que atuam, só não perde da Jessica, Girls Generation, então vocês podem ver o quão ruim ele é. Mas isso não afeta o drama de maneira geral por quer ele também é bem fácil. O papel não exige muito, ele faz aquele típico garoto que não se interessa muito pelo meio em que vive. Apesar disso, ele é muito popular e faz as garotas caírem de amor por ele. No começo, ele tem uma paixonite por uma mulher mais velha, professora de dança da escola de artes, mas o relacionamento não anda.

Além desses dois, o drama contém personagens bem legais. O avô da Kyo Won é um desses, vivia atrapalhando os relacionamentos da garota e isso rendia boas risadas, tinha tudo para ser o vilão da história, mas acho que os produtores mudaram de ideia na última hora e ele acabou se transformando em personagem fofo.

Outra participação maravilinda foi a do Kang Min Hyuk, baterista da Banda CN Blue e que também fez o papel de baterista na banda ‘stupid’. Apesar de ser um papel secundário, na minha opinião, roubou a maioria das cenas de tão fofo que era!

Também tinha o diretor de musical que a principio eu achei que iria disputar romance com a Kyo Won, pena que não teve proseguimento, achei bem melhor esses dois juntos do que ela com Yong Hwa.

Ademais, teve as amigas fofas da protagonista, teve a chatinha que atrapalhar o casal principal. Teve uma histórinha paralela sobre superação, medo do palco etc.

Enfim, é um drama fácil de ser entendido e tá mais para malhação do que qualquer outra coisa (em nível bem mais alto, claro, estamos falando de Coreia :P). E uma das minhas principais motivações para assisti-lo foi que eu queria ver Park Shin Hye com Yong Hwa em drama juntos, pois desde You´re beautiful que eu torcia por eles, a principio resistir muito (pelas sinopses que eu lia por ai eu pensava que era um drama musical, e eu geralmente não gosto de dramas musicais), mas no final acabei gostando mais do que esperava, o romance dos dois era recheado de cenas lindíssimas, frases fofas, beijinhos de olhos abertos, carregamento nas costas, na garupa da bicicleta e outras coisas que me fizeram vomitar arco-iris ao assistir!

Conclusão: Mais doce que mamão com açúcar!

Nota: 8, uma nota regular.

Observação: Uma coisa que esse drama deixou pra mim foi o fato dessa música me fazer conhecer e hoje, ser fã do CNBlue!

Álbum de Casamento, Nora Roberts

Álbum de Casamento é um romance de Nora Roberts que faz parte de uma série de livro, Quarteto de Noivas,   e conta a história de quatro amigas que tomam conta de uma empresa, que, adivinhem só, de festas de casamento! Há!  E cada uma é parte essencial dela. Emma é a florista e decoradora, Parker é a administradora, Laurel é a doceira e Mac, a fotógrafa, além de darem tudo de si para fazerem os melhores casamentos, vão ter quer se desdobrar para encontrar o verdadeiro amor.

Nesse primeiro volume, Álbum de Casamento é voltado pra Mac, uma mulher com uma vida bem desestabilizada no quesito romances e que não acredita no “felizes para sempre” mesmo sendo sócia de uma empresa dedicada à isso, mas tudo muda ao encontrar Carter, um antigo colega de infância que mantinha uma paixonite por ela e que agora vai fazer de tudo para conquistar -la.

Gente, esse livro é tão doce, é uma leitura bem descomplicada e fácil, mas o que sai ganhando acima de tudo é o Carter, ele é demais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! É fofo ao extremo, me apaixonei por ele, sério mesmo, terminei de ler desejando esbarrar em um por ai, do nada!.

Na descrição do livro, Carter é doce, gentil, inteligente, usa óculos (s2), adora leitura (s2), é professor de Inglês, ler poesia, é tímido, ficar com as orelhas vermelhas, é nerd e é desastrado!

Ahhhh, é muita fofura pra uma pessoa só! E fora o fato dele amar a protagonista desde a adolescência, awnnnn, isso me matou de tanta fofura.

O Carter, desde o início, é posto como um homem pra casar mesmo, e acho que por isso não fui com a cara da protagonista a maior parte da história. Mac, mesmo tendo toda a perfeição do mundo ali na sua frente, ficava em dúvida dos sentimentos sobre ele e se valia a pena ter um relacionamento a sério com ele. MAS PELOAMORDEDEUS MAC! Fiquei frustradíssima com ela!

Mas isso se deu principalmente por quer Mac é totalmente diferente de mim, não combinamos (tirando o fato que amamos caras que usam óculos e são tímidos). Do meio para o fim, vá lá, eu acabei entendo o lado dela. E ai dei minha benção ao casamento.

Assim, esse livro é todo açucarado, além do fator cara que usa óculos+tímido+inteligente tem as amigas dela que são umas graças, acredito que vou gostar mais ainda delas nos próximos livros da série.

Conclusão: Dá vontade de sair do mundo real e ir parar nesses livros e encontrar com um Carter só pra gente s2!

Nota: 8

 

A quem não existiu

Ao olhar-lo pela primeira vez me confundiu os olhos e a mente
Por um momento perdi o foco de quem seria
mas, depois da delicadeza do gesto, meu sorriso se abriu para o seu
e vi amor
os olhos brilhavam de fraternidade rodeado pelos aros da armação
o sorriso era emoldurado com duas covinhas
e me derreteu
seus passos já não eram silenciosos
sua voz, já não recordo, porém me lembra o cuidado que tinha
mancando se aproximava e afastava de mim, como um pêndulo
e não tive tempo de dá-lhe minha atenção
não sei seu nome
mas nunca o esquecerei
a sua prensença ficou gravada em meu coração

O Trono de Vidro e o mais mais do mesmo

Não se iluda com a capa

Trono de Vidro, publicado aqui no Brasil pela editora Record e escrito pela norte- americana Sarah J. Maas e conta a história de Celaena, a maior assassina do reino de Erileia, que foi feita prisioneira nas minas de sal de Endovier, sofrendo um bocado lá, mas foi resgatada pelo príncipe Dorian que a ofereceu a liberdade a custa dela ser sua campeã em um torneio para eleger o maior guerreiro do reino. Para Ceelaena seria fácil ganhar a competição, no entanto, o que ela não imaginária era que mortes misteriosas aconteceriam durante o evento e que caberia a ela desvendar o mistério.

Vejam, não é uma ótima história? sim, realmente. Ao ler a resenha você pensaria que se trata de uma heroína badassss, forte e corajosa, que o livro tem um ótimo mistério para resolver e que nos faríamos rachar a cabeça pensado sobre quem cometeria os assassinatos, que teria uma livro de fantasias a mão maravilhoso. Sim, eu cai na armadilha.

Apesar da história boa e que renderia muito bem, o enredo é pobre, os personagens são superficiais, escrita deficiente e diálogos mornos. Como já mencionei, o livro é mais uma adaptação de tudo que temos aí, uma competição mortal, um monte de gente servido como tributos do reino, um triangulo amoroso, que em tese nos faria ficar dividida, mas não é tudo tão previsível e  fraco que por diversas vezes eu quis que o livro terminasse logo. E olha que ele é grande, foram 392 páginas, mas devido ao fraco desenrolar da história eu o li em apenas em um dia, o que é um absurdo, já que eu o peguei pra ler às uma da tarde, e terminei pouco após a meia noite, e essas horas não foram seguidas!

Os problemas: como na vida a maior assassina do mundo (é assim que ela é famosa na trama) cai em tantas armadilhas bobas? sério, me dava raiva por quer os pitis dela são dignos das heroínas da Halerquins ( vulgo romances de banca de revista), é vencida facilmente pelo capitão da guarda (que nunca matou ninguém~~sério), sendo que ela passou a vida inteira em treinamento para ser assassina, realmente um mar de contradições. Outro problema é que o livro dá a impressão, bem no início, de que se trata de fantasia e que ela é, a assassina, é uma espécie de fada ou sei lá, isso é esquecido no meio do caminho, ou talvez a autora desenvolve isso nos livros posteriores (deus nos ajude). O romance também dá uma dor de cabeça acompanhar, por quer é tão fraco, tão insosso que dá pena. O casal principal é o Dorian e ela, ele, principe, bonito, mulherengo e tudo mais se apaixona por ela, e ela também, mas não vemos como se desenrolar esse romance, de uma hora para outra, pam, tá lá, um casal perdidamente apaioxonado. Há também o capitão da guarda Chaol, amigo íntimo do príncipe e treinador de Celaena, e que aí sim, torcemos pra que algo aconteça entre esses dos ( e confesso, foi isso e apenas isso que me motivou a terminar esse livro), mas não há nada, nada mesmo, e mais uma vez, talvez a autora queira desenvolver isso nos próximos livros (deus nos ajude). A questão do mistério, das marcas e da antiga religião do reino também foi mal explicada, cenas sem coerência  e inúteis à trama eram vistas a toda hora. A escrita era péssima, e não sei se foi um problema da tradução (mas lembrando que trata-se de um livro distribuído pela Galera Record, então, em tese não teria esses problemas), eu fiquei pensando na falta de utilização dos pronomes, por quer a todo momento, celaena era apenas a assassina, assassina aquilo, a assassina olhou para ele… a assassina mirou em seu peito etc… sendo que em todo o livro ela não matou ninguém, até quando a vida dela dependia disso… ela não sujou suas mãos com sangue. Ainda na escrita, a pobreza na descrição dos cenários me chateou, afinal se via que o  objetivo era fazer se ter uma ideia dos cenários, das paisagens, das roupas, mas não conseguir visualizar nada, até o castelo de vidro, onde acontece a maior parte dos eventos, eu não conseguir entender como de fato ele era, e olha que imaginar um castelo medieval feito de vidro não é o mais dificil ( e é uma fantasia, o que permite a nossa imaginação rolar solta!) .

E esse texto longo é só para dá minha opinião contraria a muitas resenhas na internet que falam o quanto esse livro é bom, maravilhoso, surpreendente etc…E foi essa falsa ideia que me levou a ler o livro chateada agora,  e estou dando tantos detalhes pelo simples motivo de que acabei de lê ele, certeza que daqui a uma semana a única lembrança que vai restar de O Trono de Vidro é o de quão ruim ele é.

#revolts

Por último, minha curta crítica a essa massificação das obras voltadas para o publico juvenil. Eu sei  e concordo com a velha máxima de que “nada se cria, tudo se transforma”, mas aqui vemos apenas a repetição do mesmo, enredo, personagens, histórias e isso é extremamente maçante! Aquela sensação em pegar um livro e ver as mesmas histórias sempre, é de irritar! Foram inúmeros os livros que já larguei no meio do caminho por isso e por serem sempre tão ruins e tão pobres em conteúdo como A Seleção, Cidade dos Ossos, 50 Tons de Cinza, Toda Sua, Divergente e Percy Jackson dentre outros que exploram a mesma temática, mas sem contribuir nada com ela. E as editoras, claro, querem vender, querem lucrar, não fazem nada mais do que alimentar esse mercado com qualquer ideia que um dia possa virar um filme e arrecadar mais milhões. Enfim, é triste, e eu me pergunto por onde andam as boas ideias, por quer sim, elas existem, e torço para que os bons livros voltem as prateleiras.

Conclusão: tirem toda a balela de assassina e botem em uma banca de revista por R$ 10,00 que vai render mais.

Nota: 3, e apenas por Chaol ( I’m Team Chaol S2).